Acabaram os poemas de amor!
As palavras ficaram mudas de encantamento
Sobrevoam quimeras de angústias
Os sonhos foram pilhados pela calada da noite
e alimentam egos machistas!
Tristezas voam e rasgam socalcos em prantos.
O silêncio ganhou a imensidão da linha
Cantos de vitórias ofensivas rasgam
as entranhas do poema.
Não há antídoto para a pulhice
Deixem passar o moribundo...
A magia da Vista Alegre...
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Dedico estes registos que efectuei na "mágica" Vista-Alegre, a todos os que
lá viveram, conviveram, passearam, trabalham ou trabalharam e guardam dela
boa...
Há 13 anos
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