Vivo um tempo de espera que me desespera o sorriso
Pelo caminho encontro silêncios de vontades
Promíscuas as palavras encetam fugas para o abismo
Onde rastejam araras palradoras e sem sentir
Tentando golpear malabarismos deprimentes
Está na hora da festa acabar apesar de risos
Saem profícuas sentinelas das cavernas fundas
Astutas na memória esquecida
Fosco é o brilho deste amor que vivo
Primaveras sem fim que provocam desejos
Num imenso raiar da volúpia incontida
Decepada pelo desprezo da presença atempada.
A magia da Vista Alegre...
-
Dedico estes registos que efectuei na "mágica" Vista-Alegre, a todos os que
lá viveram, conviveram, passearam, trabalham ou trabalharam e guardam dela
boa...
Há 13 anos
Um comentário:
Olá kida Carol!
Já tinha saudades de ler a tua poesia e tens escrito bastante nestes meses em que andei ausente da Blogosfera! Não foi por doença felizmente, fui tomar conta da minha "princezinha" até arranjarem uma ama para ela e foi muito bom poder desfrutar daqueles momentos.
A tua poesia é sempre bonita e cada poema que aqui deixaste transmite sensações e sentimentos muito profundos, sentimentos esses que apesar de te preocuparem, acredito que nunca irás deixar de manter um sorriso para aqueles que tanto amas!
Exoste na nossa vida uma procura constante da felicidade, acho que ninguém é verdadeiramente feliz, nem nunca foi,(apesar de já ter ouvido dizer: - fui muito feliz!) porque nesses momentos que consideramos "de felizes" ansiamos sempre por mais, ou no momento a seguir ou no dia a seguir...
Não me vou alongar mais para não ser "chatinha" e desejo muito que encontres sempre momentos felizes repletos de muito amor, porque mereces.
Um beijinho bem carinhoso,
Ana Paula
Postar um comentário