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terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Confissões


Sei muito bem que o "eu amo-te", até que nem é difícil de se fazer ouvir, ou de o apregoar.
Contudo, tudo o que daí advém, já requer mais perícia linguística, mesmo até do olhar pois, não tão fácil assim.
Eu digo sinceramente, sou uma chata amorosa compulsiva, sou melada quando acho que tudo é lindo, a chuva é melodiosa, o frio um pretexto e o silêncio uma obra de arte.São os telefonemas, as mensagens e agora os emails, tudo me serve para "consumir" a minha vitima, o meu amor.
Gosto das palavras caladas logo pela manhã, enquando o tempo aquece e o café anima o silêncio e o cansaço de uma noite pensada a preceito.
Por isso o S. Valentim deve ser sempre que nós quisermos, enquanto a saudade espreita e toma conta dos beijos molhados, à luz do luar,com a chuva a bater nas vidraças, onde a brancura dos lençóis aquece o tempo, sussurrando doces palavras de juras de amor eterno, eterno enquanto dura!
Carolina

Um comentário:

Ana disse...

O amor é lindo enquanto dura. Acho que esses momentos inesquecíveis devem ser bem aproveitados e não se devem desperdiçar.
Gostei muito das tuas confissões, porque nela, consegues ser como és, “autêntica”.
Um beijinho muito grande,
Ana Paula