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quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Oásis

Sou o teu oásis de estrelas
Uma tempestade de silêncios
de arrepios ao Sol Poente.

Percorro atalhos pelos dedos
Conto palavras no arco-íris
Sussurrando perecias aladas.

Quero resgatar a ternura amputada
Nas tuas mãos esquecidas
Lembranças de sentidos proibidos
Que marcam vitórias de beijos.
Loucuras premiadas com risos
Com sonhos de um outro sempre.



Carolina

Um comentário:

Ana disse...

Não mudes Carol, sê um oásis mesmo no meio do deserto onde o amor habite para sempre.
Beijinhos amiguinha linda!